Este espaço é o meu "quase diário", um lugar onde ficam registradas minhas melhores memórias, as impressões sobre o cotidiano, pequenas aventuras, e sobretudo as desventuras.
Palavras de Alento
James R. Sherman
14 de abr. de 2012
O Início, o Fim e o Meio


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A Viajante
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Antônio Aruanda
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Marcelo Pirajá Sguassábia
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Anônimo
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Paty,
Eu fico pensando como as pessoas famosas ficam fragilizadas em reloação a própria vida. Começam a sentir o vazio existencial e na ansia de preenche-lo entram no submundo das drogas, das orgias e de seitas que sugam além da sanidade, o espírito conturbado dos mesmos. Raul e tantos outros ídolos que se foram, pois nao souberam delimitar o sucesso com a vida pessoal. Gostei do texto.
Beijokas doces e um bom domingo
comandando... ♥
Pois é, Marly. Havia uma entrega exagerada ao sucesso. Mas tbm não curto a vida das celebridades de hoje. Há uma exposição desnecessária e todas as ações são medidas e planejadas visando estar em evidência.
Um abraço, querida.
Não vi o documentário ainda, mas são poucas as minhas recordações de Rau Seixas... mas não há um show que eu não vá que eu não grito: TOCA RAULLLLLLLLLLL!! Bj, amiga!
15 de abril de 2012 às 11:18Texto massa, meu bem. Durante o filme, alternei entre ver Raul na tela e me ver, em minha tela... Revi alguns excessos e loucuras que fiz e achei bom não ter ido mais longe. Saí da sessão reflexivo...
15 de abril de 2012 às 21:06Oi, Paty. eu vontade de assistir a esse documentário. Nunca fui desesperadamente fã do Raul músico, mas a figura dele é emblemática - por tudo o que representou e defendeu na vida. Um beijo pra você.
16 de abril de 2012 às 13:12O filme é fantástico. Lindo foi um dos depoimentos, o de Paulo Coelho, sobre quem até se questionou a amizade de Raul. Era algo mais ou menos assim: História de Raul? Raul é lenda! E lendas não têm histórias! Lendas são simplesmente lendas!
16 de abril de 2012 às 22:00